• Ademir Piccoli

Está preparado para se tornar um super-humano?

Atualizado: Out 9

Peter Diamandis, da Singularity University, destacou em uma das suas megatendências que a colaboração entre inteligência artificial (IA) e inteligência humana aumentará rapidamente em todas as profissões. E você está pronto para se tornar um super-humano?

Peter Diamandis, da Singularity University, destacou em uma das suas megatendências que a colaboração entre inteligência artificial (IA) e inteligência humana aumentará rapidamente em todas as profissões. E a medida que ascenderem as possibilidades de contratação de IA como serviço, permitirá que as pessoas se conectem à tecnologia em todos os aspectos de seu trabalho. Isso em todos os níveis, e em todos os setores.


Essa tecnologia se tornará tão arraigada nas operações diárias, que serão colaboradores cognitivos, que apoiarão, não só em atividades repetitivas, mas, em tarefas criativas e gerando inovação.


Em alguns segmentos, a parceria com a IA se tornará um requisito. Por exemplo: no futuro, fazer certos diagnósticos sem consultar a IA pode ser considerado uma negligência.


Imagine você o judiciário poder contar com o auxílio da IA não somente para questões burocráticas, como também, na hora de tomar difíceis. A IA vai auxiliar o judiciário a agilizar as pendências. E também trará ainda mais segurança na hora das decisões.


Não há dúvidas de que nossos comportamentos e hábitos estão passando por profundas transformações. E claramente, as principais tendências mostram que os avanços tecnológicos vão impactar o futuro do trabalho.


Saia mais: Judiciário do Passado X Judiciário do Futuro


Será que estamos preparados para nos tornarmos Super-humanos?

A adaptação a todos esses cenários não é fácil. Porém, é possível. Pense: quantas experiências digitais estamos vivendo durante este momento de isolamento?

A pandemia está fazendo com que a sociedade adote novos comportamentos. E, desse modo, estamos sendo forçados a experimentar algumas soluções. E, automaticamente, à medida que absorvemos essas inovações, aprendemos mais sobre como otimizar nosso tempo e gerar mais resultado.

O Gartner aponta como tendência, o uso da tecnologia para aprimorar as experiências cognitivas e físicas de uma pessoa. O aprimoramento físico é quando a tecnologia altera uma capacidade ao implantá-la dentro ou sobre o corpo.


Por exemplo, o uso de wearables para melhorar a segurança do trabalhador ou a performance física. Já o aprimoramento cognitivo eleva a capacidade do ser humano de pensar e tomar melhores decisões. Por exemplo, explorando informações com Inteligência Artificial.

Ou seja, o aprimoramento humano será uma questão de sobrevivência profissional. Uma vez que nossas experiências serão cada vez mais orquestradas individualmente. Isto é: ou você se adapta, ou além de competir com robôs, terá de competir com super-humanos aprimorados pela tecnologia.


Saiba mais: O que é o Judiciário Exponencial?


Quais habilidades você poderia aprimorar para se tornar um super-humano?


Por isso, mantenha sua mente aberta e pense: quais habilidades poderia aprimorar com o uso de novas tecnologias?

Outro detalhe, note que, para ir além, também, é preciso desenvolver competências sociais e relacionais. Elas serão a chave dessa nova fase. Pois, mesmo que muitas tendências apontem para a hiperautomação, as habilidades humanas, como empatia e a criatividade ainda são o que nos diferenciam das máquinas.


Carol Dweck é psicóloga da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, e autora do livro “Mindset: A Nova Psicologia do Sucesso”. Ela desenvolveu um estudo de décadas sobre a maneira como as pessoas pensam e qual a atitude mental que direciona suas ações. O que ela chama de mindset.


Ela descobriu que o sucesso não depende exclusivamente das nossas habilidades. Mas, também, de como enfrentamos as situações do dia a dia, o que pode ser com atitudes fixas ou de crescimento.


Em todo esse contexto, existem pessoas que desenvolvem uma atitude mental fixa e acreditam que suas habilidades são imutáveis. Dessa forma, elas são condicionadas a seus níveis de inteligência e que, assim, permanecerão. Além disso, acreditam em talentos naturais e evitam mudanças. Pois temem o fracasso.


Por outro lado, há pessoas que desenvolvem uma atitude mental de crescimento. Elas creem que suas habilidades podem mudar com seus esforços. Pois acreditam que o fracasso é uma oportunidade de aprender. E, desse modo, não têm medo de enfrentar as mudanças. Ou seja, o sucesso para elas está mais ligado ao aprendizado, mesmo quando não atingem alguma meta.


Portanto, o mais importante da pesquisa é que, mesmo que sua atitude mental seja fixa, ela pode ser alterada. Pois, de acordo com Dweck, os mindsets nada mais são do que crenças e elas são poderosas. Mas, são, apenas, algo que está na tua mente e, por isso, você pode mudar.


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Como a IA poderá ajudar o judiciário


A tendência é que a IA ajude todos os setores da sociedade. Por exemplo, médicos poderão dar diagnósticos ainda mais precisos. Engenheiros vão resolver questões práticas que levariam dias em minutos. E com o judiciário não será diferente.


Hoje, as lideranças do judiciário estão vivendo esse momento de transformação. E a IA poderá ajudar a agilizar a resolução dos processos que aguardando por uma decisão.


Os chamados super-humanos do judiciário vão ter as condições necessárias para transformarem a justiça. E você está preparado para mudar o rumo da história?


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